Um dia você acorda e percebe que já ouviu falar muito em RPG, que vários amigos seus jogam ou já jogaram RPG, que traduzindo a sigla RPG você tem uma sigla parecida com JIP (jogo de interpretação de personagens – siglinha feia hein), que se quiser viajar de Roraima Para Goiás, partindo de Boa Vista e chegando em Goiânia, suas respectivas capitais, você vai andar cerca de 3.971 km – aproximadamente 2 dias e 1 hora e que sempre que você pede Rosbife, Para Geraldo, o garçon do restaurante que você sempre almoça, alguma coisa tem haver com esse tal jogo e eu acho que você está começando a querer jogar RPG.
Então, você pesquisa o que é RPG e entende que para jogar, você vai ter que seguir algumas regras, conforme o sistema escolhido, como o d20 system, 3d&t, Storyteller, etc., aplicado ao cenário que você mais se sente a vontade, como D&D, Pokémon, Vampiro, etc..
Ontem, arrumando meus entulhos, encontrei algumas folhas com regras básicas para se jogar 3d&t. Li e gostei. Já havia lido e já havia jogado um dia, mas ontem, quis jogar mais uma vez, no mínimo.
Isso porque o 3d&t possui regras muito simples para se jogar, o que poupa-lhe tempo em várias etapas do jogo.
Em contra partida, o d&d, que é o sistema que atualmente jogo e/ou mestro, existem muito mais regras, tanto de criação de personagem, como de batalha ou interação com NPC’s que deixam os momentos mais realistas. Pode demorar alguns segundos para somar aquele monte de dado, mas acaba valendo muito a pena, ainda mais quando você é bom no d20.
Esses dias, tenho criado tabelas e regras de mesa em d&d para melhorar um pouco o jogo e dar um “plus” na interpretação dos jogadores, já que a regra extra vai dar alguns bônus para eles e pretende estimular as poucas vezes em que fazem movimentos e acrobacias mais “reais” durante o jogo. É claro que os NPC’s também vão ser agraciados com algumas dessas belezinhas.
Ultimamente estou ficando meio louco com essas tabelas. Sempre que vejo uma bolinha, me lembro da época das Fichas com Catapora que o Storyteller me proporcionava, números e porcentagens me deixam com náuseas de alguns momentos no d&d e o fato de que quando uma bola de fogo explode bem no seu nariz e você não leva nenhum arranhão no 3d&t não faz sentido algum.
No fim das contas, RPG é muito fácil de jogar, depois que você escolhe as regras, o sistema, o cenário, arruma alguns amigos (um deles disposto a realizar a árdua tarefa de mestrar, muitas vezes desdenhada e desrrespeitada por jogadores), compra alguns livros, imprime fichas, compra dados e miniaturas para seus personagens (alguns desses passos não são obrigatórios, rs).
Enfim, já joguei dama, ludo, war, xadrez, 3d&t, Storyteller e agora d20. Já até inventei um sistema próprio. Tá tudo escrito aqui no Urina de Dragão. Joguei sistemas simples, mas senti falta de regras que sistemas mais compostos podem suprir, mas hoje, estou um pouco saturado e até mesmo bitolado de tanto queimar-mufa com tantas regras, tabelas e mais tabelas que invento dia após dia, rs. Preciso de férias dessa profissão de Mestre/Narrador de RPG.
Alguém ae quer mestrar? Eu jogo! Só não sei se quero regras simples ou compostas, hehehe.

#1 by Phil Souza on 17 de dezembro de 2007 - 7:22 pm
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hahaha perfeito o post Edy. Esqueceu de citar aqueles que acham que já fizeram ou estudaram RPG (Reeducação postural global).
Podemos jogar pelo IRPG, o Rocha da matilha convidou pelo blog uma vez e a idéia morreu, nem sei por que, talvez horário.
Depois gostaria de saber sobre essas regras para enfatiar interpletação, muito me interessam. Bota no blog, vai ser bom
#2 by edy abreu on 17 de dezembro de 2007 - 7:39 pm
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Claro! Assim que eu fechar as tabelas eu coloco aqui, junto com minha justificativa rpa elas, eheh
A idéia é dar algumas chances dos jogadores interpretarem, usando regras a seu favor.
Bem, o resto eu conto depois!
O IRPG é uma boa alternativa mesmo! Vamos estudar horários, ehhe.
#3 by Ana on 18 de dezembro de 2007 - 1:36 pm
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Eu gosto de regras complicadas, desde que eu não esteja mestrando. Tenho bloqueio para lembrar de todas as regras, preciso que alguém faça isso por mim, como o mestre, por exemplo…
#4 by Rey Jr on 26 de dezembro de 2007 - 12:14 pm
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Eu tenho um RPG chamado Hârn Master.
Tabelas , tabelas, tabelas, porcentagens, siglas e tudo o mais que a gente tem direito !
AHAHAHAA
Nunca terminei de ler. E Provavelmente nunca vá.
Mas tá lá… como iguaria.
Feliz Natal e ótimo 2008 Edy !
#5 by Sapo on 3 de janeiro de 2008 - 8:50 pm
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Poxa Edy, D&D tem muitas regras e tabelas sim, simples e compostas, mas olhe pelo lado bom:
Pelo menos, você não está mestrando GURPS…
#6 by edy abreu on 4 de janeiro de 2008 - 12:11 pm
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sapo, eu NUNCA joguei GURPS.. e não foi por falta de vontade, heheheh.
pô rey, se for o natal desse ano, ainda tá em tempo!, ueheuheh.
confiram meus votos para 2008 lá no http://urinanegra.wordpress.com
#7 by filosofodeboteco on 22 de janeiro de 2008 - 3:46 pm
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Bom, eu jogo Gurps e nunca usei a famigerada regra de cavar buraco. Pra falar a verdade, eu nem sei essa regra…
Pingback: Meme: Sistema da Casa « Aventuras na Era Hyboreana
#8 by Phil Souza on 28 de janeiro de 2008 - 1:50 am
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Tsu, depois que você falou da regra eu fui dar uma olhada… surreal a regra para cavar buracos…
#9 by lendari0 on 5 de março de 2008 - 12:25 am
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sempre que eu falo isso, vários nerds me olham com cara feia, não vou entrar em discussão sobre o assunto, mas vou escrever isso aqui também:
Prefiro Gurps!
#10 by edy abreu on 5 de março de 2008 - 12:50 pm
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cara, eu realmente PRECISO jogar gurps!
#11 by lendari0 on 5 de março de 2008 - 10:21 pm
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eu mestraria uma aventura teste em qualquer lugar, a minha estória é estilo shadowrun para jogar com gurps fantasy e cyberpunk ao mesmo tempo, meus dois preferidos…
#12 by gicelesilva on 26 de março de 2009 - 1:37 pm
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eu n emtendi o que é regras simplis e composta
#13 by edy abreu on 26 de março de 2009 - 2:18 pm
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@gicelesilva Cada sistema de regras de RPG possui uma complexidade ímpar.
Sistemas como o 3d&t possuem regras simples, onde você pode realizar feitos heróicos de formas bem simples.
Já o GURPS, possuem regras complexas até mesmo para cavar um buraco, e as ações possuem vários fatores que favorecem ou dificultam nos testes de perícias.