Os caras da TheGameStation
fizeram este trailer louco no maior estilão Grand Theft Auto: Mario Bros., com encanadores, mafiosos e muitos cogumelos!
Um cenário muito bacana para uma one shot de RPG!
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Um cenário muito bacana para uma one shot de RPG!
mar 8
Posted by Edy in Reporte de Campanha, d&d, rpg | 2 Comments
Parte 02
O crepúsculo naquele fim de tarde já anunciava uma noite obscura e de tons púrpuras. Infelizmente, nenhum dos envolvidos havia percebido a tempo.
Os trabalhadores de Waterdeep iam para suas casas, Os viajantes procuravam por uma estalagem ou taverna, os soldados trocavam de turno e as formas que despistadamente se moviam das sombras, esperavam por um momento mais oportuno para saírem de seus refúgios.
Perto das Docas, havia um prédio sujo e desarrumado, onde funcionava uma estalagem bastante conhecida. Um homem grande, com cerca de 45 anos vinha caminhando em direção à entrada e praticamente todos os que o viam passar cumprimentavam-no com bastante entusiasmo, mas o homem parecia não se importar muito com a gentileza das pessoas. Ele era chamado de Durnan e só de se reparar em suas vestes, seu porte e nos objetos que carregava consigo, podia-se perceber que se tratava de alguém importante ou pelo menos, quase isso.
Ele passou pela porta após subir um pequeno lance de escada e dois homens que ali o esperavam, entraram em seguida. No alto da porta, havia uma placa grande de madeira com adornos em ferro, onde se lia “Estalagem Portal Bocejante“.
No primeiro piso da Estalagem funcionava também uma Taverna e quase todas as mesas estavam ocupadas, com exceção de uma última muito pouco iluminada, próxima a uma grande janela ao leste.
Nesta mesa se sentaram o anão anão Sorr Buron, que levava um estranho pacote oval e seu companheiro de viagem, o goliath Mittwoch Orion, com sua pequena mochila de viagem. Logo se aproximou Varis Aelar, um shifter razorclaw, curioso com o “pacote” que o anão carregava. O mesmo interesse foi apresentado por um carismático Sátiro, que se apresentou como Don Callahan e foi logo puxando uma cadeira e se sentando ao lado de Sorr, que se agarrou a seu pacote e fazendo uma das sobrancelhas de Mittwoch se moverem com a estranha intromissão do sátiro.
Havia também um outro sujeito, encostado no parapeito da janela. Ele cheirava a peixe, vestia roupas velhas e um manto rasgado e muito sujo. Sua presença, apesar de desagradável, não incomodara ninguém até o presente momento.
Em pouco tempo, algumas canecas espumantes foram servidas àqueles que fizeram seus pedidos. Os novos companheiros de bebedeira já não desconfiavam tanto uns dos outros e todos conversavam a respeito do pacote do anão Sorr: Um curioso ovo, com cerca de 35 centímetros de altura e outros 25 de largura, uma casca grossa e bastante pesado para seu tamanho. Um ovo que provavelmente era algo não natural, pelo menos para aqueles que estavam sentados à mesa. Foi quando um deles sugeriu que procurassem alguém mais sábio e que pudesse dar fim aquele mistério.
Sorr foi então perguntar à Durnan se ele poderia indicar alguém que pudesse dar informações a respeito de seu pequeno tesouro, pois a esta altura, já haviam descoberto que o velho homem era dono do Portal Bocejante e por isso, poderia conhecer alguém capaz de solucionar o mistério.
Entretanto, Durnan mal falou com o anão, enquanto um de seus guarda-costas completou dizendo:
- Hoje foi um dia muito cansativo e o mestre Durnan não deseja falar com ninguém.
O jovem anão então agradeceu a atenção de Durnan, fazendo uma pequena reverência e desejando um bom descanso ao velho homem. Neste momento, Sorr até notou uma pequena nuvem de preocupação no rosto de Durnan, mas aquilo poderia ser realmente apenas um pouco de cansaço de um dia árduo de trabalho.
Ao voltar para a mesa, onde todos aguardavam ansiosos por uma resposta do anão, ele nada disse e apenas se sentou balbuciando algumas palavras que ninguém conseguiria ouvir em um ambiente tão barulhento como aquela estalagem.
A noite continuava, as canecas estavam sempre cheias e todos conversavam, riam e entoavam canções sobre os bons tempos de suas vidas. Algumas novas pessoas haviam entrado na estalagem, enquanto poucas haviam subido para seus quartos e um ou dois haviam ido embora.
Neste momento, uma forte luz bateu no peito de Durnan, que caiu no chão atordoado e imóvel, seus guarda-costas se levantaram a sua volta, formando um escudo humano, enquanto um pequeno Goblin corria para um local elevado na estalagem e gritava:
- Durnan acaba de ser atacado! Aqueles homens tentaram matá-lo! – e apontou em direção à mesa na qual se sentavam Sorr, Mittwoch, Varis e Callahan. O homem vestido de trapos, que estava ao lado dos outros quatro, acabou sendo incluído como um suspeito, pois tentara correr, com o susto que levara.
Todos que estavam ali começaram a jogar cadeiras e garrafas nos suspeitos, que tentaram revidar e se defender. Sorr gritava que nada haviam feito, enquanto outros apontavam para ele com muita raiva, dizendo que era ele o líder do grupo.
Durante a confusão, Varis Aelar se transformou em um leopardo e saltou pela janela, caindo sobre alguns escombros e uma mesa que fora jogada pela janela. A queda, apesar de pequena, foi suficiente para deixar o shifter razorclaw desacordado.
Em pouco tempo alguns soldados chegaram na estalagem para deter os responsáveis pela confusão. O capitão do pelotão, ao saber que Durnan havia sido atacado e poderia estar morto, não deixou por menos e prontamente prendeu os quatro suspeitos para interrogá-los mais tarde.
A estalagem foi esvaziada pelos soldados e Durnan levado para os fundos pelos seus guarda-costas. A suspeita infelizmente havia sido confirmada: Durnan estava morto.
Nesta noite, os heróis tiveram que dormir no chão frio da prisão, ou sobre um monte de lixo e mesas quebradas.
(continua)
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Tags: 4E, cenário, d&d, dungeons & dragons, Faerûn, interpretação, Os 13 Macacos, rpg, rpg de mesa, Waterdeep
Parte 01
Ah, a Cidade dos Esplendores, a tão fabulosa cidade das águas profundas, Waterdeep!
É lá, que nos últimos dias têm acontecido tantas coisas fabulosas. Assim como sempre acontece na que provavelmente é a maior das maiores cidades dos reinos esquecidos, Forgotten Realms.
Vindos da cidadela do norte Adbar, o anão Sorr Buron, um dos filhos do Trovão, e o goliath Mittwoch Orion caminharam juntos por dias até alcançarem o portão do Distrito Norte, onde se depararam com uma gigantesca diversidade de objetos, formas, cores, cheiros, perfumes e odores. Gente de todos os lugares de Faerûn, pessoas comuns, aventureiros, comerciantes, fazendeiros, homens, mulheres, crianças e até mesmo alguns animais curiosos!
Enquanto alguns faziam um breve passeio na imensa cidade, pelo portão do Distrito do Sul chegava Varis Aelar, um shifter razorclaw, em busca de alguma coisa fantástica que pudesse fazer. Ele não sabia exatamente o que procurava, mas sabia que na Cidade dos Esplendores, ele iria encontrar o que queria. E possivelmente o que não queria também.
Enquanto isso, a costa oeste de Waterdeep, banhada pelo Mar das Espadas, transbordava de viajantes, marujos e piratas em busca de um lugar para beber e comer, fumar e dormir, ouvir e contar incríveis histórias que aconteceram durante suas perigosas viagens pelos mares do mundo, em busca de descanso e, se possível, esquecer momentaneamente dos pesadelos que os perturbam.
E foi em um dos barcos mercantes que ancorava no Distrito das Docas que desembarcou Neo Andersan, um misterioso homem sem cabelos ou pelos nas sobrancelhas e farrapos no lugar de roupas. Depois de descarregar algumas caixas e barris como pagamento da viagem, ele realmente precisava de um banho e uma cama. Ou algo parecido.
A tarde passou lenta, vagarosa, a fome crescia rápido, voraz e o crepúsculo dizia que era hora de procurar um lugar para se acomodar.
Mas com tantos bons lugares para se visitar e conhecer, tantas bebidas para se refrescar ou se embriagar, qual seria o melhor lugar em toda Waterdeep?
(continua…)
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Tags: 4E, cenário, d&d, dungeons & dragons, Faerûn, interpretação, Os 13 Macacos, rpg, rpg de mesa, Waterdeep

E ae galera, hoje começo a publicar aqui uma série que a muito ansiava fazer, uma conversão de todo o para o D&D 4E e vou começar com um item muito utilizado por todas as classes e Heróis do jogo: DotA Allstars Ancient Tango of Essifation, ou “Tangin” para os íntimos!
Tags: 4E, cenário, DotA, Item Mágico
Olá a todos, como muitos de vocês já sabem, e não é segredo para ninguém, eu adoro mestrar para iniciantes, pois todos eles sempre me surpreenderam em nossa primeira sessão de jogo e o melhor de tudo é que eles SE surpreendem e SE encantam com o tal do RPG! ^^
Daí então, alguns amigos e eu montamos um pequeno grupo de RPG com cerca de 6 membros. A maioria deles, iniciantes em 4E e o melhor, iniciantes em RPG!
O jogo foi tão legal e a recepção foi tão grande que alguns jogadores chamaram mais alguns amigos para jogar e o nosso grupo ganhou mais algumas carinhas bonitas, não! No início isso me preocupou, afinal, uma mesa grande exige um pouco mais do mestre, mas isso não poderia ser um problema e soluçoes foram concebidas.
A primeira idéia era dividir o grupo em 2, cada um deles jogando a cada 15 dias, mas antes disso, resolvemos testar uma coisa: usamos 2 mestres em alguns dos jogos mais complexos, batalhamente falando.
A coisa deu muito certo e o grupo acabou ficando todo junto em todos os jogos.
Entretanto, como na maioria dos grupos, tivemos algumas baixas, mas logo vieram outros jogadores iniciantes para nós. O que sempre é muito bom!
Nosso último contratempo (tá certo isso Pasquale?), foi que o mestre fiquei muito atribulado e não conseguia dar sequência na criação dos jogos e desenvolvimento do cenário próprio, foi ae que outra nuvenzinha pairou sobre nossas cabeças, mas ela não ficou ali por muito tempo não!
Pelas minhas andanças em sebos, encontrei uma coisa que eu procurava a algum tempo: um bom cenário de campanha e muito papel para ler durante as contemplações do universo paralelo em viagens transcendentais sobre o trono alvo de pinturas rupestres (ou não).

Capa de Undermountain
Nosso cenário felizardo foi Forgotten Realms, a cidade escolhida foi Waterdeep e os mais novos (nãããão!) livros adquiridos foram o Guia de Campanha para Undermountain e o Aventuras em Undermountain, lançados pela Abril em 1991, no nosso saudoso sistema Advanced Dungeons & Dragons!
Atualmente estou trabalhando nas adaptações necessárias para o grupo e para a 4E (mania de mestre, sabe?), os jogadores já estão criando suas personagens, temos um grupo on-line para manter os envolvidos atualizados e informados e temos um blog de RPG para contar para todos tudo o que está acontecendo nos nossos jogos!
Nosso primeiro jogo oficial será no próximo dia 8 de novembro e eu espero que esteja chovendo, para o clima ficar ainda mais favorável para a aventura!
Quem quiser dar dicas, pitacos, sugestões de encontros e monstros para usarmos, fique a vontade, afinal 13 macacos ainda é um número pequeno! Ou não!
Por enquanto, a lista de links é pequena, mas em breve, uma barra de rolagem naõ será o suficiente para nós, mmmuahahahahahuahauahuahahuahuahua!!!!
• Página com informações sobre o Grupo Os 13 Macacos.
Tags: 4E, AD&D, cenário, jogos, Os 13 Macacos, rpg de mesa

Hein?
Hein?
Bem zé, dexô te falá ae: o tal cenário é um mapa que meu irmão e eu começamos a desenhar a um tempinho já. Ele seria um cenário próprio, autoral, mas que acabou ficando sem tempo para ser desenvolvido e na época, começamos a pegar algumas aventuras, localidades e outras coisas de fora e adaptávamos na medida em que precisávamos.
Semana retrasada, pegamos o tal mapa e acordamos o projetinho, agora com essa idéia de retalhos aceita. Mas não definitivamente. Vou explicar:
Um jogador comprou a Fortaleza no Penhor das Sombras, mudei um pouco o mapa, ajustei a estória e taquei próximo a um porto também adaptado de alguma revista de rpg (não lembro o nome e não vou lá olhar agora), depois peguei uma Taverna (também disponível em uma destas revistas), mudei mais um pouco e mandei NPCs Anões socarem os PJs.
Coloquei um quartel ao norte deste porto e a personagem de um jogador que faltou logo no primeiro jogo virou o gancho que faltava.
No próximo jogo, mando a galera atrás dos monstros ou para a ossada do Dragão (que também mudei coisas por aqui).

12 macacos
O jogador que comprou o Penhor resolveu mestrar com meu irmão, usando táticas que nós já havíamos experimentado para mestrar em mesas enormes. Eu não pude ficar de fora e fiz 2 personagens. Acabei escolhendo o mago humano para jogar e foi muito bacana!
No fim das contas, em conjunto, montamos em 1 semana uma aventura para 15 loucos na mesa, onde 12 eram novatos. A região norte do nosso mapa já tem movimentos próprios e uma história interessante.
Mas existem alguns “poréns” nisso tudo, são algumas dúvidas que eu não consigo me livrar delas:
• Um cenário ou uma aventura pronta, protegida por direitos autorais e comprada por mim, pode ser alterada até que ponto?
• E se eu altero tudo, na verdade eu crio algo novo inspirado em várias obras. Eu tenho algum direito sobre isso?
O fato é que o cenário/mundo, que ainda não tem nome, possui vários elementos próprios, alguns idênticos de outras obras e boa parte inspirada e modificada de outro tanto de material diverso.
Eu queria chegar a um ponto em que o cenário fosse feito em conjunto, onde cada aventura desenvolvida por cada grupo pudesse mover o mundo mais um pouco e que a história de cada aventureiro chegasse aos ouvidos de outros através de lendas e causos de Bardos.
• Mas que parte da criação é de cada um?
• Como separar quem é dono de quê?
• Como eu poderia saber que ninguém “pegou” algo de outro lugar para falar que é nosso por direito?
• Como resolver esse problema sem nenhum pajé vir reclamar com os índios?
Porque, seu eu pudesse, eu mestrava pra mil!
Tags: 4E, cenário, d&d, dica, dúvida cruel, rpg de mesa, taverna
abr 3
Posted by Edy in lendas lendárias, rpg | 3 Comments
A fada Alimetriz aprendeu a arte do comércio enquanto acompanhava Visua, uma jovem humana, filha de ricos mercadores, que gastava parte dos lucros da família em expedições em busca de tesouros antigos para serem comercializados.
Visua era bastante ambiciosa, mas muito avarenta, o que lhe causava alguns problemas:
Em sua última expedição, sua caravana foi atacada por um pequeno grupo de kobolds, mas como Visua havia contratado os mercenários mais baratos, consequentemente tinha os piores defensores possíveis. Na batalha, quase todos morreram, incluindo Visua e apenas a fada Alimetriz conseguiu escapar.
Alimetriz então contou aos pais de Visua o ocorrido. Eles ficaram tão tristes que decidiram abandonar a vida de comerciantes, razão pela qual julgavam ser a culpa da morte da filha.
Em gratidão aos serviços prestados pela fada Alimetriz, os pais de Visua lhe deram a maior parte de seus tesouros, ouro e outros objetos de valor.

Dez Contos de Fada
A fada então iniciou a sua vida de comerciante, inaugurando a sua loja de itens raros, únicos e possivelmente mágicos, com segredos ocultos ou desconhecidos: a loja dos Dez Contos de Fada.
A loja Dez Contos de Fada logo se tornou famosa e vários aventureiros e outros curiosos a visitam em busca de seus famosos e raríssimos objetos de arte, mágicos, ou não.
Tags: cenário, d&d, dungeons & dragons, personagem NPC, rpg, rpg de mesa
mar 26
Posted by Edy in Pergaminhos Negros, rpg | 9 Comments
Inspirado por este post da Ana, resolvi escrever um pouco sobre como eu utilizo, insiro e controlo a passagem do tempo durante as aventuras e campanhas de um jogo de RPG.
É comum o fator Tempo não ser incluído em missões e aventuras, pois normalmente este “detalhe” é tido como um elemento não importante do jogo e alguns jogadores podem não perceber o quanto este fator pode contribuir para a dramaticidade e desenvolvimento da história, como os dilemas causados por relações que ocorrem durante a longa vida dos elfos e a curta vida dos humanos, ou a amizade e respeito dos anões, que normalmente demoram para confiar em outras raças.
Eu, particularmente, costumo sempre anotar elementos de “Como está o cenário atualmente”, mantendo a lista atualizada, conforme o tempo passa e a caravana urge. =P
Para inserir aos poucos os efeitos do tempo em sua campanha, é sempre interessante utilizar-se de alguns artifícios comuns que vemos no dia-a-dia, como:
Tags: cenário, interpretação, rpg, rpg de mesa
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