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Nóis achou o Precioso e Ele achou nóis

Meu Precioso!

Meu Precioso!

Dá Ele pra nóis Edy, dá Ele pra nóis. Hoje é nosso aniversário, nóis precisa Dele, nóis precisa do Precioso!

Nóis quer ele pra nóis, precisamos ter ele…
Nóis precisa dele!

Eles o roubaram de nóis, pequenos hobbitses dissimulados.
Malvados, traiçoeiros, falsos.

Mas agora nóis achou Ele e Ele achou nóis.
Meu Precioso!

Nosso presente de aniversário!

Nosso presente de aniversário!

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Receba notícias sobre RPG pelo celular

Uma mensagem de outro Plano!

Uma mensagem de outro Plano!

Galera, agora é possível receber as novidades, notícias e atualizações dos blogs sobre RPG por mensagens no seu celular: ASSINAR RPG para 49523.

O serviço está começando e promete ser um sucesso!

Das 8:00 até as 19:00 notícias sobre RPG e temas relacionados, como jogos, boardgames, dicas de mestre, dicas para jogadores e muito mais vão chegar fresquinhas!

Para assinar, é só enviar uma mensagem com o texto ASSINAR RPG para o número 49523 (Brasil Telecon 48337) e ficar por dentro das novidades sem ter que ficar colado na internet!

Mais uma fonte de informação para a galera que curte um RPG de primeira qualidade!

Achei a ideia muito FODA!


Apenas R$0,31 + impostos por mensagem recebida.

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O que é o Dia Z?

A minha ficha começou a cair enquanto ouvia o nerdcast “A história da Terra” e mal sabia eu que estava presenciando o início do fim dessa história.

Muitas coisas aconteceram ao mesmo tempo “naquele dia em que a manhã foi invadida pela noite, que chegou cedo demais“, eu ri quando disse que “era a nuvem do lost“, talvez porque “ela se movia mais rápido do que eu” e “ventava forte“, mas muito forte mesmo, até senti o prédio tremer, o que pode explicar as avarias necessárias para acontecer aquele “incêncio com alagamento na garagem do prédio“, mas “a nuvem negra passou rápido pelo céu” e achei que fosse apenas um capricho da natureza.

Naquela mesma manhã, fiquei sabendo o que aconteceu com o Rey, achei legal ter sido “convidado” por um meme sobre o Dia Z, mas o que para mim era apenas uma brincadeira que tomava conta dos blogs de rpg se tornou logo um verdadeiro pesadelo, mas eu estava totalmente acordado.

Me lembro de quando o @ereke percebeu que menos pessoas (vivas?) estavam andando pelas ruas da cidade. Não existem meras coincidências. Eu já deveria saber disso.

Aquele dia passou rápido. Rápido e silencioso. Eu havia passado o dia inteiro com o fone de ouvido e ele abafa todos os barulhos externos. Naquele dia, eu só ouvi uma música e apenas uma única vez. Não me lembro mais qual era. O fato importante, foi que o trânsito estava realmente tanquilo na hora de ir para casa. Eu passei pela área hospitalar. Estava quieta. Muito extranho isso. Tanto silêncio ali. Quase nenhum carro, nenhuma ambulância, absolutamente nenhum sinal de vida por aquelas ruas.

Já se passou uma semana e só agora pude escrever sobre o que eu estou passando. Eu já descobri o que realemnte aconteceu e como aconteceu. “Aquela nuvem” não era apenas uma nuvem comum, ela era uma nuvem tóxica, com algum tipo de vírus. Esse vírus infecta os mortos, os doentes e qualquer outra pessoa que esteja ferida.

Sangue, pus, ossos, carne humana rasgada, nada disso pode ser visto com facilidade por ae. Eles estão realmente famintos e não deixam nenhum vestígio. Algumas roupas, melhor dizendo, farrapos e alguns outros objetos pessoais sim, isso existe na rua. É lixo para eles, eles não ligam para isso. Mas é a sua isca. O bom é que as pessoas que vão pegar os objetos de valor são pegas por eles e então, se alimentam. O ruim é que eles estão cada vez em maior número.

Passei de carro pelo viaduto de Santa Teresa na semana passada. Estava uma chuva forte, não se via um palmo a diante, quando reduzi, percebi alguns vultos saindo de trás das pilastras. Não duvidei e acelerei forte. Acho que passei sobre um deles, devia estar caído, pois o carro nada amassou. Se havia sangue a chuva lavou. O resto do caminho continuava vazio e só então percebi que os outros carros não estavam simplesmente estacionados: Eles haviam sido atacados.

Passei bem próximo à @Animassauro e vi uma bolsa perto da esquina. Eu a reconheci, era a bolsa da @glassgrrl, mas ela não estava lá.

Fui para casa e não pude pensar em outra coisa, se não me armar. Peguei algumas facas e minha katana, vesti protetores de skate, capacete, coloquei caneleira: Eu estava pronto para eles e esperava que eles não estivessem me aguardando.

Não pensei em nenhum momento em esconder e tentar sobreviver, pois eu sabia que um dia eles iriam me pegar e eu tinha que reduzir suas chances. Reduzir o número deles. Aumentar as chances de outras pessoas. Sim, eu saí pelas ruas. Fui caçar aqueles malditos Zumbis. Nunca pensei que teria uma atitude dessas num dia desses e me surpreendi ainda mais naquele dia.

Tracei uma rota, uma rota que me permitisse passar próximo a casa de parentes e amigos, eu queria formar um batalhão de humanos loucos e armados, uma força realmente poderosa que pudesse eliminar esses malditos.

Mas eu cometi um pequeno erro de cálculo. Ninguém estava em casa, ninguém atendeu a porta, ninguém atendeu ao meu chamado e lá fui eu, contra uma horda de Zumbis famintos.

Caminhei por horas, kilômetros, dias, mas eu não os encontrei. Não sei como, mas eu não os encontrei. Após quase uma semana caçando-os, apenas meia dúzia deles tive o prazer de eliminar. Também não encontrei quase ninguém vivo e destes vivos, nenhum quis se juntar a mim. Dizem que sou louco.

O vento está parado esses dias. Não vejo mais nenhuma “nuvem negra” como aquela. Acho que eles se foram, devem estar procurando outro lugar para caçar. Apenas um cheiro podre me faz companhia nestes últimos dias.

Sabe o que são estes meus últimos dias? Todos eles são o Dia Z.

Este post NÃO é uma brincadeira. Eu continuo caminhando a procura de mais sobreviventes. Se você está lendo este post, por fazor, entre em contato pelos comentários. preciso saber que não estou sozinho nessa.

Como será que estão o Tsu, do Contos de RPG e o Alexandre do RPGista?

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O Ooze é entrevistado pelo Dragão

A muitos e muitos anos atrás, em uma galáxia muito, muito distante, o jovem Phil Souza entrevistou aquele que conhecemos como Edy Abreu, que por sua vez, entrevistou o Lorde entre os Lordes dos Limos, Oozes, Gosmas e afins, Rey Jr, do aclamado blog de RPG Ooze.

Após vários séculos de espera, a tão esperada entrevista foi encontrada manuscrita em pergaminhos élficos e agora, disponibilizada para o deleite de todos nós, Errepegistas (ou não).

O Dragão entrevista Ooze

O Ooze é entrevistado pelo Dragão

1- Então Rey, quem é você, de onde veio e para onde pretende ir?

Quem sou eu, essa é dificil. O melhor que posso descrever é que sou um cara que gosta de rir. Eu nasci em São Paulo, mas aos 12 anos vim morar em São José do Rio Preto (~400 km da capital) e provavelmente foi uma das melhores coisas que me aconteceu. E não pretendo ir a lugar nenhum por enquanto. Minha profissão (Corretor de Seguros) é burocrática e cheia de detalhes o que a torna chata às vezes, mas muito gratificante quando tudo dá certo. Pretendo continuar nela, pois tem pagado as contas. Claro que todo RPGista gostaria de viver do Hobby mas isto é para poucos, né?.


2- Acredito que algumas pessoas devem se perguntar “Mas porque Ooze e que diabos é isso?!”. Esclareça estas mentes sedentas por conhecimento!

Ooze foi um nome que apareceu numa lista que bolei de nomes para o blog que eu pretendia criar. Quando me chamaram a atenção de que naquela lista era o melhor nome, eu olhei com mais cuidado e decidi utilizá-lo. Quando eu tinha uns 12 anos eu era fissurado nas Tartarugas Ninja e construia com os amigos as armas e a gente vivia se batendo, que infancia saudável! (Eu era sempre o Michelangelo com meus nunchakus de madeira). O liquido que deu origem ás Tartarugas era o Ooze (Dizem que o liquido que cegou o Demolidor era o Ooze tbém). Mas depois que parei pra analisar este nome eu identifiquei outras “qualidades”. É um nome pequeno e fácil, além disso, um dos monstros mais legais no D&D são os Oozes (Cubo Gelatinoso, vai!). Adicione a tudo isso o fato do ooze ser uam coisa maleável e você tem um nome de blog que pode falar sobre tudo, de RPG á Filmes Trash (”A Coisa” era um ooze, com certeza!) e tá tudo certo. Eu gosto de Ooze, vocês não?

3- Muito bem rapaz, então você um dia percebeu que estava fadado a ser um jogador de RPG nato e que deveria escrever sobre isso. Isto seria uma dádiva maior, um dever, uma missão, obra do acaso ou uma maldição? Conte-nos um pouco desta sua aventura e como tudo começou.

Quando eu conheci o RPG pela primeira vez eu pensei comigo “Eu sempre gostei disso e não sabia!”.
Foi realmente um caso de amor á primeira vista. Um amigo meu comprou (por influencia minha) a caixa preta de D&D da Grow. Eu queria que ele comprasse o Hero Quest, mas era muito caro, então nós vimos o Dragon Quest (”…uma introdução ao mundo do RPG”) e o D&D (…O RPG mais jogado do Mundo) e pensamos “Danem-se ás introduções, vamos para o Mais jogado!”. Não me arrependi. Aliás, eu encho a boca pra falar “Comecei com o D&D onde elfo era elfo e mago era mago, fim de papo!” hahaha. De lá pra cá minha paixão é o D&D, mas eu gosto muito de Changeling, Demon: The Fallen e Shadowrun.


4- Um pequeno momento de nostalgia: Existe algum post em especial que te marcou no Ooze e algum outro post que te marcou fora do Ooze? Por quê?

Um post que me marcou no Ooze foi a série “Seria você um Munchkin” (Jabáááá). Eu gostei de escrever e os comentários foram muito legais. Fora do Ooze o post que mais marcou, dentre tantos posts e blogs fantásticos que tem aparecido, creio que foi/é a série Videogame de Papel do Cobbi.

5- Conflitos existenciais: Se sou um Gnomo Ilusionista ou um Anão Guerreiro, porque interpreto como um Meio-Orc Bárbaro? Para você, como a interpretação ou a falta dela pode ajudar ou prejudicar a conciência de “O que é RPG” e de “Como ele funciona”.

Uau, Edy, tá ficando Profundo. Tenho até medo da próxima pergunta. Sem interpretação o RPG se torna apenas mais um jogo de tabuleiro. Se tivermos APENAS interpretação então é apenas uma Contação de Estórias. O bonito do RPG é que ele serve para qualuqer pessoa. Seja ela uma pessoa que goste de interpretar ou uma que não goste. Apenas vai dar errado se pessoas com pensamentos muito diferentes estiverem no mesmo grupo e digo isso por experiencia própria. De qualquer forma a interpretação deve sempre ser incentivada e nisso o Narrador tem papel fundamental, pois se ele não interpreta os jogadores não se motivarão a isto (principalmente no caso de novatos).

6- Você tem dado em casa? Quando foi a última vez que praticou o ato supremo e como foi? Você tem alguma periodicidade ou depende apenas de “criar um clima”?

Alá, falei que tava ficando pesado! AHAHA.
Eu tenho dado toda terça-feira, ultimamente. Estamos com uma campanha muito legal de D&D 4E que se passa em Forgotten, eu sou o DM e são 3 jogadores (Dragonborn Paladino , Elfo Clérigo/Mago e Meio-Elfo Ladino). Sou suspeito pra falar, afinal me tornei um grande Fã do 4E, mas a campanha está muito bacana.
Geralmente eu gosto de jogos marcados com antecedencia. Eu já tive ótimos jogos criados “no clima”- como, por exemplo, quando acabamos de assistir Bruxa de Blair e meu amigo vira pra mim e diz: “Rey, vamos jogar Bruxa de Blair, eu tenho que bater nessa velha”- mas sou definitivamente contra parar DO NADA pra jogar na Praça de Alimentação do Shoping. RPG é pra todos, sim, mas nem todos são obrigados a aturar um bando de gente gritando “Moooorra Seeeeiya!” em praça publica.

7- Uma dica para quem está começando a jogar RPG e que tipo de referência (filmes, quadrinhos, livros) você recomenda para quem está no nível 1 de errepegista?

Dica pra quem está começando no RPG: LEIA! Mais do que assistir a filmes, leia livros. Os bons vão enchê-los de idéias tanto para aventura quanto para personagens. Outra dica é Seja Discreto: Já passou a modinha de se vestir de preto, pra outros caras vestidos de preto saberem que você joga RPG.
Referencias para quem tá começando: Aqui serei BEM tendencioso porque sou apaixonado por fantasia medieval.

Livros:
Bernard Cornwell escreve ótimas histórias e de fácil leitura. Qualquer título dele vale a pena.
Monteiro Lobato: Duas razões: 1 – Ele é um genio. 2 – Não precisa de mais razões depois da 1, mas é um universo muito rico e vale a pena conhecer.
Paulo Coelho: * Abaixa o escudo e chuta algumas pedras pra longe * O Alquimista é bom! Sério.
Neil Gainman: Leia Deuses Americanos e me conte quantas campanhas surgiram em sua cabeça. Eu perdi as contas.

Filmes:
Além dos Clássicos Feitiço de Aquila, Labirinto do Fauno, Highlander (Só o 1), Labirinto, A Lenda, Senhor dos Anéis e Willow recomendo Extermíno (Para seu dia “Z”), Clube da Luta e Batman Dark Knight (Pra testemunhar dois legitimos agentes do Caos).

Quadrinhos:
Sláine, Hellboy, Fabulas e onde quer que o Neil Gainman e o Alan Moore encostem.

8- Acredito que poucas pessoas saibam de seu potencial escondido sobre sua multi-classe pouco compreendida. Como é ser um publicitário e se isso afeta sua vocação para os jogos de alguma maneira.

Bom, na verdade eu me formei em publicidade e propaganda, mas não exerço a profissão. Assim eu não me considero um publicitário. Porém eu aprendi a pensar como se fosse um e pensar, como diria um professor “Do outro lado da tela”. Ou seja, muitas vezes a gente consegue ver a inteção por trás de uma ação e aprende a ver as coisas por diferentes prismas e por ter que se comunicar bastante precisa ter um bom vocabulário. Isso ajuda na hora de mestrar, de criar uma historia e envolve um bocado de improvisação. Acho sim que a faculdade de Publicidade me ajudou a ser um RPGista melhor e tirei ensinamentos que se usa para todos os campos, não só para a publicidade.

9- E para terminar, aprecie-nos com algumas palavras de sabedoria, ó Aquele que do Verde vem!

“Adeus e obrigado por todos os peixes!” Foi a coisa mais sábia que me ocorreu no momento.

Agora é esperar para ver quem o Rey Jr vai entrevistar!

Obs.: A ilustração do “Ooze é entrevistado pelo Dragão” foi feita pelo ATOA (veja seu deviantart), que não é atoa, mas é e colorida por ele e eu, em testes despretensiosos em um famoso software de edição gráfica. =P

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Cenários e Prelúdios – Introdução

Iniciar uma nova campanha, novas aventuras e novas personagens, geralmente são momentos muito divertidos para a maioria de jogadores e mestres de RPG, principalmente quando essa campanha e as personagens evoluem por vários meses.

É claro que existem aquelas aventuras que jogamos para durar pouco, com um ou mais de um encontro de jogo.

Nos dois tipos de campanhas citadas acima, as rápidas e as longas, geralmente os participantes já estão familiarizados com o cenário e sua ambientação. Seja por leituras prévias, filmes de referência, quadrinhos ou uma rápida conversa introdutória com outros participantes e jogadores já familiarizados.

Mas não podemos descartar uma parcela de iniciantes que podem não ter tido contato com tais referências. Não só de iniciantes na ambientação do cenário, campanha ou regras, como também aqueles que começam seus primeiros passos no RPG, onde tudo é novidade.

Para nossos veteranos e, principalmente para os iniciantes em RPG, gostaria de ressaltar a necessidade e importância de um bom prelúdio para seus jogos.

Não gostaria de citar nenhum cenário ou conjunto de regras em especial, apesar de ser quase impossível trabalhar sem referências concretas, pois quero que iniciantes entendam de uma maneira mais simples.

Para finalizar esta introdução, escolha um gênero literário que você goste. Pode ser também um estilo de filme ou desenhos animados, seja o que for, escolha algo de que você goste e tenha interesse de “viver” uma aventura no estilo escolhido.

Alguns exemplos são:

  • Policiais e Invesigação (Carmen San Diego, Aghata Christie);
  • Aventura Medieval (Senhor dos Anéis);
  • Espaciais e alienígenas (Arquivo X, Guerra nas Estrelas);
  • Terror e Sobrenatural (Vampiro, Lobisomem);
  • Super-Heróis (Super Homem, Batman, Homem de Ferro);
  • Animé (Naruto, Dragon Ball).

Escolha seu estilo e comece a entrar no clima da aventura com aquela personagem que você se identifica.

Se tiver alguma dúvida ou sugestão de cenário, comenta ae!

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Está faltando RPG no seu RPG?

Você não consegue imaginar como é que pode, numa mesa de RPG, faltar RPG?

É muito simples perceber, vamos separar em alguns passos para não nos perdermos:

Passo 1: Relembre (ou conheça pela primeira vez) o significado da sigla RPG: Role-Playing Game, que em bom portugues é Jogo de Interpretação de Personagem.

Passo 2: Verifique, analise e seja imparcial sobre o andamento da interpretação dos jogadores em uma seção de RPG.

Passo 3: Anote quantas vezes eles correram e atacaram simplesmente para matar e/ou (re)matar alguma coisa.

Passo 4: Anote quantas vezes eles conversaram e esperaram uma resposta antes de querer matar e/ou (re)matar alguma coisa.

Passo 5: Faça um paralelo entre quantidades de encontros x morte e encontros x conversas (mesmo que o resultado da conversa seja morte)

Se a quantidade de encontros x morte for maior do que a quantidade de encontros x conversas (resultando ou não em mortes) significa que seus jogos podem estar com pouca interpretação e vocês estejam jogando RKG (role-killing game), mas se a quantidade de encontros x conversas for maior, parabéns, vocês têm jogado o bom e velho RPG e deixando o velho Gary feliz!

Mas cuidado, se encontros x conversas estiver muito maior e vocês não estiverem se divertindo, basta mudar um pouco as bases dos encontros que logo todos da mesa já estarão sabendo quando atacar e quando conversar, sempre se divertindo bastante.

Equilíbrio é a alma do negócio, mas se o grupo realmente prefere RKG, surpreenda-os as vezes, deixando que eles eliminem alguém importante que os impeça de completar uma missão e tire alguma XP deles por causa disso (ou deixe de ganhar a XP que deveriam, depende do seu estilo de narração e “mestragem”). Ou faça-os virarem algum tipo de foras-da-lei, onde suas cabeças sejam de valor alto e outros aventureiros caçadores de recompenças queiram “livrar o mundo de todo o mal”, quem sabe assim, eles percebam o quanto é importante jogar RPG e não RKG, já que eles deverão interpretar para não serem eliminados e sentirão na pele o quanto aquele Hobgoblin sofreu quando se arrependeu de atos vis e se rendeu, sendo eliminado no final sem causa, nem justiça (talvez ele tenha sido obrigado a cometer atos ruins ou sua educação não foi lá grndes coisas). Ou não, ;)

Só de curiosidade, como andam suas seções de RPG? Espero que o passo-a-passo lhe ajude!

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Aventura de RPG com Indiana Jones

Indiana Jones o filme
Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull

Pois é galera, saiu o trailer do novo filme “Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull“. E esse é o site oficial do Indiana Jones com uma contagem regressiva da estréia do épico.

Quem é mais novo não deve conhecê-lo muito bem, mas Indiana Jones é um dos caras mais fodas que existem. Eu até encontrei algo sobre um RPG do cara aqui. Essa, é a ficha do Dr. Henry Jones Jr, vulgo Indiana Jones:

Full Name: Dr. Henry Jones Jr.

Nickname: Indiana Jones, Indy.

Age: Mid-thirties.

Occupation: Prof. of Archaeology, College lecturer.

Nationality: American.

Skills: Skilled with a bullwhip and gun, foreign and ancient languages, can drive almost any vehicle, skilled horse rider, bare fist fighter and expert of ancient societies and the occult.

Hero or Villain? Hero.

History:

Henry Jones Jr. has had one life in a million. In his youth he was tutored at the age of eight by one of Oxford’s greatest teachers. His fieldtrips were to the pyramids of Egypt and his light reading was in ancient Greek. However, he had a father who was obsessed in finding the Holy Grail of Christ, so he felt alone. But his father would tell you this taught him, ’self-reliance’ and he was right. Growing up as a successful college teacher he dumped his real name of Henry for the name of his childhood pet dog, ‘Indiana.’ In the Mid-thirties, Dr. Indiana Jones is one of the most well-known faces in archaeology and is the main enemy of the evil Nazis.

Example of Roleplay:

Indiana kept a keen eye on the hands of his enemies.

They were holding their palms just about an inch from their gun holsters.

But Indy was not about to give up his prize. He had faught too many villains and faced too many challenges to give up. He knew the golden charm in his jacket pocket was worth billions and belonged in a museum.

In the split second that his adversaries had spent grabbing their weapons, Indiana swished his bull-whip and cracked it at their hands.

‘AGGHH!!!’ They all cried in unison, now the only armed man was Indy, who stood holding his whip and his pistol.

‘Gentlemen…’ He said, walking around the room, not turning his back on any of them and walking out backwards. ‘… I think I’ll be leaving now.’

He slammed the door, grabbing a nearby chair and ramming it under the handle so they couldn’t follow him.

Só falta colocar os atributos segundo o sistema que for utilizar :)

Outro dia peguei os filmes do Highlander (outro cara que os mais novos não devem conhecer) para assistir. Acho que vou assistir agora os antigos do Indiana Jones. Aposto que vai me dar mais idéias bacanas para aventuras!

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RPG é nerd, geek e agora hype!

Mandei esse post sobre os Poliedros e afins e no dia seguinte A Matilha mandou o Genesis 1 que foi lembrado pelo Ooze que leu no meu twitter (viu fiu?) sobre a campanha do Treta de Usura Não, onde finalmente chego no Phil do Dados Limpos que me inspirou a bombar o Urina de Dragão Regra Básica e que inspirou também os revoltados do Dados Sujos a criarem o blog deles.

Ufa!

Bem, o que to querendo dizer, ops, escrever, é que a galera do RPG está de parabéns pelo movimento que estamos presenciando. Eu já recebi pedidos de mais de 3 pessoas (exatamente 4, hehe) para que eu ensine a jogar RPG, então, como meu TFG (trabalho final de graduação) ainda não saiu, meu irmão e eu estamos trabalhando em um cenário para jogarmos!

Enquanto eu não atualizo meu blogroll, vocês podem conferir uma lista de outros blogs de rpg acessando essa galera toda que citei ae.

E estamos esperando o desejo manifestado até agora pela Ana, Ooze e eu, de acontecerem encontros de bloggers rpgistas por ae. Se mais alguém quiser colaborar para esses encontros dando sugestões, entre em contato conosco!

Para tudo dar certo, o Alberto podia nos emprestar seus D20’s viciados, que tal?

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O RPG pode conduzir pessoas a morte? (versão Urina de Dragão)

Antes de tudo, vamos esclarecer algumas coisas: RPG é a abreviação da expressão em inglês “Roleplaying Game”, que em um atradução legal para o português seria “jogo de Interpretação”.

Existem inúmeros cenários onde o jogador cria uma personagem ou utiliza alguma já pronta e a interpreta da melhor maneira possível, interagindo com o cenário e demais ações narradas e apresentadas.

Cada cenário possui regras e características próprias. Se você pensa que nenhum cenário existente faz o seu estilo, então crie um só seu e chame seus amigos para jogarem com você.

Se você não gostar das regras e dos sistemas existentes, então invente o seu, mas lembre-se sempre da maior, melhor e mais importante regra de todas: você e seus amigos devem se divertir com o jogo. Afinal, todos querem, acima de tudo, brincar e sorrir.

Agora que já sabemos o que é RPG, para começar a jogar é fácil: uma personagem (ou várias), uma história legal, muita imaginação e alguns amigos que fazem a brincadeira ser ainda melhor!

E é na imaginação dos jogadores que as cousas fantásticas das histórias e estórias irão acontecer com suas personagens.

Muitos jogadores carregam livros, dados, papéis, lápis, borracha e outros apetrechos, que são utilizados como suporte em alguns jogos, sistemas e cenários. Pretendo falar um pouco dessas cousas em oportunidade próxima, portanto, se estiver em dúvida do que comprar, espero poder ajudar. Sinta-se a vontade em perguntar.

Agora que você é um pirata como Jack Sparrow, um mago como Merlin, um guerreiro como Sansão ou um treinador de bixinhos bonitinhos e fofinhos como Ash Ketchum, vá desbravar o mundo em que você vive! Isso mesmo, você agora é uma personagem fictício preparado para qualquer aventura que aconteça com você e seus amigos, que agora também são piratas, magos e tudo o mais que a imaginação mandar.

Uma dica legal é fazer algumas pausas durante as seções de jogo para lanchar ou dar uma esticada nas canelas, afinal de contas, quem comeu, dormiu, escalou uma montanha e encontrou um tesouro fantástico, foram as personagens do jogo, não você.

Se estiverem cansados, podem parar essa seção por aqui e continuar noutro dia, basta fazer anotações de onde vocês pararam na aventura, fechar os livros e guardar os outros apetrechos, caso tenham utilizado alguma coisa. Você não precisa interpretar mais o Sansão ou o rei, do tabuleiro de Xadrez até a próxima seção de jogo ;) .

É mais ou menos assim, que funcionam as partidas de RPG. Parece muito com uma partida de futebol, de truco ou outra atividade qualquer.

Definitivamente o RPG é tão inofensivo quanto uma conversa com nosso avô, contando as aventuras que ele viveu quando tinha a nossa idade.

Agradeço ao Phil, do Dados Limpos, a Matilha e a um suposto publicitário (talvez seja mesmo, mas não aprendeu a pesquisar um assunto antes de falar sobre ele) em colocar em pauta um assunto bacana e a oportunidade de esclarecer às pessoas o que o RPG pode nos proporcionar: diversão, oportunidade de leitura e estudos sociais. Elas agora têm mais bagagem para responder por si só à pergunta proposta por nós.

Exercite sempre sua mente, sem moderação!

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