Posts Tagged personagem

Estatísticas vs Interpretação | E as putaquipariedades aleatórias do que interessa

Eu já quero começar aqui deixando claro que eu gosto muito de regras, tabelas, números, estatísticas, probabilidades, chances de erro, chances de acerto, resultados randômicos e todo o assunto que envolve “como criar uma personagem foda e combada anti-terrorismo megaboga modafoca usando todas as vantagens oferecidas por raças, classes e putaquipariedades”, mas o que interessa aqui não é perfumaria não, não é lacinho +5 na cabeça coisíssima nenhuma não senhor, madame sim senhora!

Eu estou falando da grande questão que o Patriqu¢, da Casa dos Lordes colocou sobre a mesa de rpg: Interpretar ou não interpretar?

Eu quero saber é de bater a cabeça na pedra, é arrancar a clava do ogro com os dentes, é se barbear raspando a cara na sola do pé, eu quero falar aqui é de assunto de gente grande, eu tô falando é do que interessa na porra do RPG, ô rapá criado na casa de vovó.

This is RPG Sparta!!!

This is RPG Sparta!!!

INTERPRETAÇÃO DE VERDADE VERDADEIRA DO ROLEPLAYING GAME

Você fez um grande guerreiro do norte, ele é forte, poderoso, ágil, não usa armadura e confia apenas em sua tanguinha peluda e sua clava negra, mas segundo as regras, tabelas e estatísticas, dificilmente você será tão belo, tão sábio ou tão sociável.

Isso porque essas regras, utilizadas pelo seu sistema preferido (e que, cá entre nós, é o MELHOR SISTEMA DE RPG DO MUNDO EM TODOS OS DIAS DO UNIVERSO!!!!!!), não permitirão que você tenha valores máximos em todos os atributos, perícias, talentos e vátománunomedoconossoquefor.

O grande barato deste cara, agora doravante COMAN, é que ele tem defeitos, como você, agora doravante TEXUGO, que não tem todos os pontos em “Aparência” e é feio de doer, mas é um cara bacana e legal, o que justifica seus pontos (ainda que pareçam apelões) de “Carisma”, além de ter pontos medianos de “Inteligênicia e Sabedoria” e que por isso gosta e joga RPG.

É claro que algum treino e alguma sorte, podem ajudá-lo também no atributo “Força Física” e como seus bíceps podem ser mais protuberantes que os meus, eu lhe digo que gosto de você pra caramba, te considero pacas, bródi.

Mas voltando ao que interessa, o COMAN merece mais atenção do que você, pois ele é uma personagem de RPG com grande potencial, basta você, TEXUGO, usar um pouco do “músculo” localizado no interior de seu crânio e desenvolver uma personalidade marcante para que seu querido COMAN deixe de ser mais uma comum personalidade misturável dentre tantas outras Personagens, agora doravantes PC, que merecem carinho, atenção e algumas linhas escritas que concedem ao TEXUGO e ao DM algumas dicas e lembretes de como deverá interpretar cada transeunte.

SEMPRE e não vez ou outra que o TEXUGO estiver no papel de PC, ele deverá se comportar como o PC se comportaria em determinada situação.

Caso seu PC tenha tanta força como nosso amigo COMAN, não há nada de mal em utilizar recursos de Interpretação (o RP do RPG) para resolver algumas Jogadas (o G do RPG) através de alguma saliva, como no exemplo a seguir:

DM: Depois da explosão causada pelo impacto contra a parece da Bola de Fogo conjurada acidentalmente pelo Feiticeiro Kobold, parte do teto desaba, bloqueando a única entrada e saída desta sala. A parede também não aguenta o impacto e de um pequeno buraco começa a sair uma água turva e a sala começa a ficar alagada.

TEXUGO: Eu corro rapidamente em direção a porta e começo a retirar os escombros, para que a água não afogue o Kobold.

COMAN: Maldito seja, Kobold, está usando aquela maldita erva novamente? Veja o que pode fazer para me ajudar antes que essa sala vire um lago submerso!

Neste caso, o DM poderá não utilizar testes de força para ver se COMAN consegue ou não retirar as pedras do caminho, afinal, ele é muito forte e o Feiticeiro poderia ajudá-lo com uma eventual “Força de Touro”.

Um outro exemplo que é legal de discutir, foi o que ocorreu com o Alexandre Nordestinus, citado em seu blog Zona Neutra:

Na ficha, ele eh um cara que não tem o menor conhecimento de perícias sociais… Mas o jogador interpretou perfeitamente…

Neste caso, EU aprovaria a interpretação DESTA ÚNICA VEZ, só para não quebrar o clima do jogo, pois o jogador fez uma boa interpretação e não seria “inteligente” puní-lo por interpretar.

Entretanto, após o jogo, sentaria com ele e conversaríamos sobre o ocorrido, para que ele interpretasse sim sua personagem, mas de forma que as estatísticas de sua ficha o permitissem.

Posteriormente, é importante uma conversa entre TODOS os jogadores da mesa, para que o ocorrido seja exclarecido, assim todos poderiam se interessar mais pela interpretaão de sua personagem e até criar futuras personagens que eles tivessem maior afinidade e facilidade para interpretar.

É claro que, dependendo da ocasião, não seria possível tal “permissão” do DM. A explicação/exemplo do Mestre Meyer foi perfeita, vejam só:

- Jogador chega com seu mega OGRO de QI 7 e fala para o taberneiro em sua interpretação
“Caro taberneiro, considero-te praticamente o avatar do leviano porém amado deus do vinho, tens como me ceder gentilmente em troca dessas poucas peças de cobre, uma recuperante e bem vinda taça de hidromel?”

Por mais que o jogador tenha se esforçado… e até o mestre ficar interessado pela interpretação… eu perguntaria… vc tem Trato Social ? ele responderia… não… entao eu pediria o pré-definido.. e caso o resultado tivesse sido ruim… eu teria falado ao jogador..

“Vc chega… bate no balcão grune algumas coisas inteligíveis para o taberneiro… joga as moedas na frente dele e grita algo como – HIDROMEL MI DÁ !!!”

Deicide citou também uma ocasião com uma categoria só:

Afinal, se o personagem for ruim em briga, mas o jogador descrever um golpe nos mínimos detalhes, você deixa ele derrotar o adversário ou manda ele jogar os dados?

Assim, temos duas situações diferentes, uma social e outra física, onde a interpretação foi boa, mas os números não estiveram a favor dos PC’s.

No final, existem algumas dicas para os DM’s, que deverão contar com uma sutil “sensibilidade” no momento da ação, além da maturidade e receptividade dos demais TEXUGOS, que provavelmente devem gostar de assistir boas interpretações, até como motivação para eles, mas devem usá-la com sabedoria e respeito aos números de sua ficha.

Os números estão lá para ajudar e orientar DM’s e TEXUGOS, afinal, o fato é simples, não teria graça você jogar com o todo poderoso senhor supremo do universo que resolve tudo em uma simples rolagem de dados, tAs reão pouco usar sua lábia de político para resolver todos os problemas do mundo. As regras do jogo perderiam o sentido, sem falar na diversão dos demais jogadores da mesa, que vai pra cucuia.

Tags: , , , , , , ,

Como recuperar HP's e evitar fadigas desnecessárias

Dor nas costas tem sido um problema cada vez mais frequente entre os guerreiros, paladinos e demais usuários de armaduras pesadas. Segundo o clérigo ortopedista e traumatologista Sir. Bentho Denzelwashington, as dores nas costas se constituem no principal motivo de suas consultas e pedidos de cura feitas a eles, seu tempo e demais membros de sua ordem. E pelos mais diversos motivos. “Os fatores de risco mais relevantes das lombalgias e dorsalgias são sobrecarga ou esforço físico adicional com armaduras pesadas e tralha nas mochilas, posturas incorretas principalmente na hora de dormir (uma vez que ninguém tira a armadura nem em uma taverna), obesidade causada por litros de bebidas e kilos de carne mal-passada, sedentarismo de heróis velhos e ricos que já não se interessam mais em matar dragões, estresse causado por incansáveis pedidos de ajuda de reinos, vilas, belas donzelas e bafordas de dragão sem direito a teste de reflexos”, comentou o clérigo.

A posição ao deitar-se para dormir, o colchão e o travesseiro utilizados e principalmente o uso de quaisquer armaduras, escudos e armas abraçadas, também podem influenciar na saúde da coluna. “Em relação às posturas, são importantes os cuidados durante as atividades laborativas, como evitar longo período assumindo uma mesma posição ao preparar uma ação, e até mesmo durante o repouso com armaduras e demais tranqueiras. E durante o sono, em geral, o decúbito dorsal (deitar com a barriga voltada para cima) e lateral (para os lados esquerdo ou direito) são as melhores posturas. Além disso, heróis que apresentam dor nas costas devem evitar dormir com a barriga para baixo, principalmente depois de comer aquela costela de javali”, explicou.

Sobre o tipo de colchão mais indicado para dormir, Sir. Bentho Denzelwashington disse que o colchão semi-rígido é o mais adequado e que a densidade da palha ou plumas de aves deve variar com o peso do herói em questão. Já quem dorme de lado deve utilizar um travesseiro da altura do ombro. “Em decúbito dorsal, o travesseiro deve ser bem baixo, com exceção daqueles que possuem hipercifose (giba), ou seja, aumento pronunciado da concavidade da curva torácica, que necessitam travesseiros mais elevados”, esclareceu, “Procure estalagens que ofereçam este tipo de conforto” completou o clérigo.

Ou seja, nobre aventureiro blocker do grupo, não se esqueça de tirar sua armadura na hora de dormir, pois a fadiga causada no dia seguinte pode lhe custar alguns Hit Points preciosos.

Outra coisa, amigo defender, deixe de ser mão-de-taurino e compre uma mula para arregar sua bagagem, mochilas de fundo-infinito e sacos de dormir +5 para uma recuperação completa durante a noite e deixe seu amigo Band-aid curar os Hit’s que o mago-papel do grupo perder durante os ataques de oportunidade que ele leva ao tentar preparar magias.

Tags: , , ,

Todo Grande Herói é um Grande Estilista?

Na empresa em que trabalho, tem um funcionário que é fã de quadrinhos, principalmente da Marvel e especialmente, de Super Heróis. Por causa disso, praticamente todos os dias a galera tem algo novo para ler e é claro, para criticar.

Uma destas críticas, também levanta uma questão curiosa: Afinal de contas, porque estes heróis SEMPRE usam roupas coladinhas e a maioria deles uma capa longa?

Rapidamente, podemos chegar a uma conclusão satisfatória: As roupas coladas são para não atrapalhar os movimentos e evitar que o vilão possa seguradar/agarradar/prendê-lo pela roupa, mas assim, a capa acabaria atrapalhando, o que nos leva a outra conclusão: A capa é um adorno, parte da perfumaria do Herói ou até uma manifestação dramática de sua personalidade.

E já que normalmente é o próprio Herói que planeja e produz sua fantasia carnavalesca seu uniforme, seu símbolo e seus adornos, é CLARO que todos eles fizeram ao menos um curso de Corte e Custura por correspondência e podem ser considerados Grandes Estilistas.

Saindo um pouco do Universo de Supers, penso logo em Conan, He-man ou Mogli, que provavelmente utilizaram de seus dotes artísticos para criar o design de suas tanguinhas peludas.

Agora cheguei onde eu queria: Onde foi que sua Personagem arrumou aquela roupa bacana, seu Manto de Invisibilidade doido demais ou aquela Espada Longa Vorpal +5 toda estribada?

Não vai me dizer que tem um Bazar Completo em cada canto de todas as masmorras do reino, né não?

Tags: , , , , , , ,

Cenários e Prelúdios – Introdução

Iniciar uma nova campanha, novas aventuras e novas personagens, geralmente são momentos muito divertidos para a maioria de jogadores e mestres de RPG, principalmente quando essa campanha e as personagens evoluem por vários meses.

É claro que existem aquelas aventuras que jogamos para durar pouco, com um ou mais de um encontro de jogo.

Nos dois tipos de campanhas citadas acima, as rápidas e as longas, geralmente os participantes já estão familiarizados com o cenário e sua ambientação. Seja por leituras prévias, filmes de referência, quadrinhos ou uma rápida conversa introdutória com outros participantes e jogadores já familiarizados.

Mas não podemos descartar uma parcela de iniciantes que podem não ter tido contato com tais referências. Não só de iniciantes na ambientação do cenário, campanha ou regras, como também aqueles que começam seus primeiros passos no RPG, onde tudo é novidade.

Para nossos veteranos e, principalmente para os iniciantes em RPG, gostaria de ressaltar a necessidade e importância de um bom prelúdio para seus jogos.

Não gostaria de citar nenhum cenário ou conjunto de regras em especial, apesar de ser quase impossível trabalhar sem referências concretas, pois quero que iniciantes entendam de uma maneira mais simples.

Para finalizar esta introdução, escolha um gênero literário que você goste. Pode ser também um estilo de filme ou desenhos animados, seja o que for, escolha algo de que você goste e tenha interesse de “viver” uma aventura no estilo escolhido.

Alguns exemplos são:

  • Policiais e Invesigação (Carmen San Diego, Aghata Christie);
  • Aventura Medieval (Senhor dos Anéis);
  • Espaciais e alienígenas (Arquivo X, Guerra nas Estrelas);
  • Terror e Sobrenatural (Vampiro, Lobisomem);
  • Super-Heróis (Super Homem, Batman, Homem de Ferro);
  • Animé (Naruto, Dragon Ball).

Escolha seu estilo e comece a entrar no clima da aventura com aquela personagem que você se identifica.

Se tiver alguma dúvida ou sugestão de cenário, comenta ae!

Tags: , , ,

Procuro por Seguidores – La Brute, o Meme

Bem galera, como alguns já sabem, sou mestre e jogador de rpg a algum tempo e um dos “pacotes de regras” que mais constumo jogar é D&D 3.5.

Existe um talento interessante para jogadores não-texugos que eu sempre reluto em pegar quando faço um personagem mais carismático: O talento Liderança.

A causa disso é que como personagem recebe alguns seguidores fiéis e vez ou outra o mestre permite que o próprio jogador os interprete. Isso pode, facilmente, atrapalhar a diversão de outros jogadores, que só podem interpretar uma personagem, contra o exército formado pelo seu colega na cadeira ao lado.
Hoje conheci um jogo on-line, bem bacana e extremamente simples e caso você ainda não o conheça, esta é a sua chance. O jogo é em flash e já posso dizer que ele já é um jogo viral que conquistou malucos como eu.

Ao clicar no link do jogo La Brute, você verá meu avatar/personagem e estará convidado a criar seu próprio lutador, para me enfrentar.

Mas e o que La Brute tem haver com o Talento Liderança?

Simples: Assim que você aceitar o desafio de lutar comigo, o jogo vai “transformá-lo” em um discípulo do lutador Edo’ho e com o tempo, nosso Dojô será grande e forte e eu finalmente estarei apto a comprar o talento Liderança para meu guerreiro ranzinza no D&D.

Será uma forma interessante de conseguir grande amigos e seguidores em La Brute.


O MEME

Quero convidar/intimar alguns consagrados jogadores e mestres famosos do universo cada dia maior da Classe-quase-prestígio Blogueiros-rpgistas, a uma batalha limpa.

- Phil, do Dados Limpos;

- Alberdo 20pegar, do Dados Sujos (acho que essa eu não ganho);

- Rey, do Ooze;

- Setzer Wolf, do Hamister Tower (amante de jogos em flash);

- Tsu, da Aventuras na era Hyboreana;

- Ana, da Matilha.
Ah, depois de sua primeira batalha, não deixe de clicar no link “choisir un code secret” para salvar a sua personagem. Com essa senha, vcs poderão acessá-lo novamente e continuar seu treinamento.
E se você não foi convidado/intimado, mas quer tentar a sorte e entrar para nosso Dojô, acesse ae o La Brute.

Quero só ver quem é o melhor texugo!

Tags: , , ,

Falhas Críticas de um mestre iniciante

Alguém lembra de uma música do Raimundos (da época que era bom) em que tinha uma parte onde se dizia “fiz força no banheiro pra cagar, peidei e no melhor da festa fui peidar, caguei”?

Esse artigo é a minha resposta ao Meme que o Phil do Dados Limpos me convidou, o “Falhas Críticas (do mestre) em campanha”.

Caramba, fiz mais “cagada” mestrando do que jogando, mas a minha Falha Crítica favorita e mais memorável foi uma em que eu mestrava E jogava ao mesmo tempo:

Meu irmão e eu estávamos iniciando nossos passos no AD&D, era nosso primeiro contato com os livros que peguei emprestado com um colega que já nem tenho muito contato mais, mas calma, calma, eu devolvi os livros antes dizer a última frase “vamo marcá de encontrar” (a história de como ele “conseguiu” esses livros merece até um outro post!).

Enfim, meu irmão e eu fizemos um elfo arqueiro e um humano guerreiro respectivamente, e fomos a um deserto para uma “ação com dados de teste”, contra um monstro que era uma espécie de tubarão terrestre, com carapaça de pedra duríssima, mas vulnerável no pescoço, como pudemos perceber depois de algum teste que não me lembro mais. Não me lembro o nome do monstro, se alguém souber, comenta ae!

Como nós dois não conhecíamos o bem sistema ainda, imaginamos que os “8 dados de vida” do monstro significavam apenas 8 PONTOS DE VIDA e que sua CA 16 no corpo e CA 18 no pescoço (chutando) significava que com um lance maior de 4 no D20 acertávamos o camarada. Já que tínhamos TAC0 por volta de 13 e nossas armas davam cerca de 1d8 de dano, não era para ter sido tão difícil derrotá-lo, já que levamos pouco mais de 20 rodadas para vencermos.

Estranho a dificuldade de vencê-lo seguindo esses dados que informei, não? Pois é.. na época a gente não fazia a mínima idéia do que estava acontecendo e como EU era quem “controlava o monstro”, deixei o jogo rolar já que os 8 PONTOS DE VIDA foram findados em 1 rodada e a partida estava fantástica com uma boa estratégia de batalha que fiz para o monstro, onde ele cavava buracos na terra rapidamente e “nadava” no subsolo como um tubarão, nos atacando de surpresa com magníficos saltos vindo do chão e se esquivanto fantásticamente.

A grande cagada foi ter interpretado as regras de TAC0, CA e, principalmente o lance com os 8 DADOS DE VIDA de uma forma totalmente errada, mas valeu muito a pena, já que me virei bem mestrando e nos divertimos com o Tubarão Terrestre!
Alguns dias depois de entendemos as regras, fizemos outra batalha teste, com o mesmo monstrão e os mesmos personagens: ele simplesmente nos destruiu com uma facilidade aterradora! Acho que era um monstro ND5… =P

Tags: , , , , ,